COLEGIAL VIRGEM

"Se um dia vocês tiverem a oportunidade de transar com uma colegial, transem. Tive esta maravilhosa experiência quando precisei comprar artigos de papelaria para minha nova loja. Ao entrar lá pela primeira vez, percebi que retornaria muitas outras vezes .      Logo que cheguei, tive o imenso prazer de ser atendido por Raquel. Ela chamava a atenção dos outros pela sua beleza, olhar, charme, delicadeza, sutileza, apesar dos seus 17 aninhos. Me atendeu na primeira vez como se atende a todos, com muita frieza. Porém, na segunda vez, logo vi que ela me reconheceu e fez questão de me atender. Estiquei o papinho, já com terceiras intenções, e achei que os pensamentos dela foram a mesma coisa. Dei-lhe um cartão da minha loja e ela ficou de comparecer no dia seguinte. Esperei avidamente por ela e nada. É claro que a safadinha sabia que era um tesão e estava querendo se fazer de difícil.                                                                                                                                                                                  No dia seguinte, retornei à papelaria com um bilhete, convidando-a para um cineminha. Ela deu uma risadinha quando leu o bilhete e topou. Depois que saímos e nos conhecemos melhor, Raquel me revelou que morava com a mãe, que trabalhava domingo sim, domingo não, dando plantão no hospital. Quando ela me deu essa notícia maravilhosa, já tínhamos dado uns bons agarros no cinema e no meu carro. Tive de esperar uma semana para a mãe dela ir trabalhar. Mas valeu a pena.

Chegando lá, Raquel me recebeu vestida tesudamente num top verdinho e num shortinho enfiado no rego. Dava para perceber que a putinha estava sem calcinha. Já fui logo beijando a boca e ela me disse no ouvido: 'Calma, meu amor, vamos tomar um vermute primeiro.' Nessa hora, imagine como estava meu pau: durésimo, quase rasgando minha calça de moleton.

Sentamos no sofá e ela bebia o vermute depois de lamber minha cara e minha orelha com aquela lingüinha cheirosa e deliciosa. Achei tão bom que resolvi fazer o mesmo com ela. Fui beijando o pescocinho de Raquel e descendo, arrancando logo aquele top com os dentes. Quando vi aqueles peitinhos, quase gozei! Durinhos, cheirosos, os biquinhos saltadinhos, perfeitos. Ela gemia de tanto tesão no meu ouvido quando eu mordiscava aquelas delícias. Estava sentadinha com a bocetinha bem em cima do meu caralho duro, fazendo movimentos mesmo com as nossas roupas no corpo. Mas o melhor foi o que descobri: ela era cabacinho. Me falou no ouvido, entre sussurros e gemidos: 'Me fode devagar, amor, que ainda sou virgem'.

Nesse momento, eu não falava nada, estava paralisado de tanto tesão. Raquel ergueu minha camisa e foi lambendo todo meu corpo. Largou o vermute para segurar em outra garrafa, a minha pica. Eu estava receoso de que ela tivesse medo do tamanho. Iria fodê-la de qualquer jeito e de todos os ângulos.

Raquel abaixou minha cueca e foi lambendo e acariciando devagar a minha rola. Não agüentei. Minha porra jorrou para o lado, na cara dela, boca, cabelo, sofá e chão da sala. Eu disse que limpava, mas ela discordou: 'Deixa que eu lambo essa porra deliciosa.'

Antes da grande foda, decidi chupá-la inteira. Comecei beijando e lambendo os peitinhos, desci lentamente para o umbiguinho e lentamente tirei a bermuda. Raquel estava sem calcinha! Meti a língua na bocetinha mágica, novinha, sedenta de rola e de onde escorria uma seiva alucinógena. Entrei em verdadeiro transe hipnótico. Nesse momento, não pude resistir em lamber o cuzinho cheiroso e rosado. Que cheiro... A xotinha dela estava cheirosa, os pentelhos castanho claros bem aparadinhos. Hoje, quando me lembro daquele aroma mágico invadindo minhas narinas e enlouquecendo meu cérebro, meu cacete já dispara.

A primeira bimbada na boceta veio logo em seguida. Ela gritou de dor no começo, mas foi incrível como a xoxotinha apertada agasalhou meu cacete. Ela gozou três vezes antes de eu gozar a segunda. Contorceu-se, mordeu-me, lambeu-me e falou todas as obscenidades sobre sexo que há muito estavam reprimidas. Foder aquela xoxotinha era melhor do que uma viagem intergaláctica. Apesar do meu receio, não poderia deixar de foder aquele cuzinho perfeito. 

Ela pegou a vaselina, passou na minha rola, mas mesmo assim a penetração foi difícil. Quando consegui enfiar a cabeça, ela já tinha urrado como uma égua no cio. Mesmo assim, dizia: 'Me fode inteira!' É claro que também senti dor, mas, quando veio o gozo, não deu para tirar. Ela sentiu o jorro da minha porra invadindo o cuzinho. Depois de me lavar, meti mais uma vez na bocetinha gostosa e nos deitamos no sofá. Trocamos uns beijos muito loucos e carícias maravilhosas. A desvirginada se revelou tarada por sexo. Ao entrarmos no chuveiro, me pediu para ensaboá-la inteira. Quando cheguei na xotinha, meu cacete despertou novamente e tive que dar-lhe três banhos: o primeiro de língua, o segundo de espuma e o terceiro de porra. Como foi bom foder debaixo d'água. A sensação que tive, quando gozei dentro dela pela quarta vez, foi indescritível. Despedimo-nos e, depois desse dia, namoramos durante uns seis meses, sempre trepando pra caralho, é claro. Mas o romance foi esfriando, ela entrou na faculdade e estudava à noite e eu trabalhava durante o dia quase não nos víamos mais e ela acabou se apaixonando por outro cara. Nunca mais nos vimos." Mas...Mas como é bom foder uma colegial cheia de tesão.

INICIAÇÃO (ANA, CARINA E GUSTAVO)                             

Meu nome é Ana e vou contar nossa História incrível...Carina é uma loirinha de corpo violão. Os seios são enormes mas muito firmes. Como ainda é muito novinha tem tudo no lugar, mas se não se cuidar engordará, pois tem tendência. O seu rosto é lindo, onde se destacam os brilhantes olhos azuis. É uma carinha de anjo, e ela realmente era muito inocente para a idade. Nunca soubemos de um namorado, apesar de, com certeza, os garotos darem em cima direto. Durante uma semana de férias em que viajamos para a praia, pedimos para a Carina ficar em nossa casa, pois a casa vazia sem movimento acaba chamando a atenção dos ladrões. Antes de viajar falei para ela que poderia ficar à vontade, levar o namorado para lá escondido da mãe, mostrei onde encontraria bebida, etc. Ela riu e disse que não tinha namorado, só perguntou se poderia levar algumas amigas pra nadar no final de semana. Nossa volta estava planejada apenas para domingo, mas já na quinta feira precisei retornar às pressas para resolver um problema no trabalho. Voltei apenas eu, pois não achei justo atrapalhar as férias do meu marido. Como cheguei já de noite, resolvi entrar silenciosamente para não assustar a menina. Entrando pelo corredor comecei a escutar um ruído de respiração ofegante, de pessoas fazendo sexo. Pensei "que menininha safada, se fazendo de inocente..." Não resisti e resolvi dar uma espiada. Até pensei em entrar na brincadeira, um pau adolescente até que não era má idéia, quem sabe ela me emprestava o namorado. Um moleque de 18 anos com certeza daria conta de nós duas. Me aproximei silenciosamente, já sentindo a umidade na vagina com meus pensamentos libidinosos. Quando cheguei na porta a cena que vi me surpreendeu mais do que ver dois adolescentes transando animadamente: Carina estava se masturbando com vigor, totalmente nua, com as pernas bem abertas, vendo no vídeo meu marido comendo meu rabinho! O barulho que escutei eram meus próprios gemidos a cada estocada que levava na bunda!! Ela estava completamente entretida, e nem se deu conta de que eu estava ali a observando. Eu fiquei extremamente excitada vendo aquela garotinha com expressão de prazer, com uma mão ela fazia movimentos circulares rápidos sobre o clitóris vermelho e com a outra beliscava os mamilos intumescidos. Instintivamente levei à mão à minha buceta e comecei a acariciar por cima do short. Ela certamente estava muito próxima do seu orgasmo, pois seu corpo tremia inteiro. Gozou em altos brados no mesmo momento em que na tela Gustavo tirava o pau do meu cuzinho e esporrava na minha bunda, enquanto eu dizia palavras desconexas curtindo o final do meu orgasmo. Depois de alguns segundos relaxando após a gozada gostosa que ela mesma se proporcionou, se deu conta da minha presença e levou um susto que pensei que fosse matá-la do coração. Naquele momento não sei quem ficou mais envergonhada, ela por estar se masturbando na minha cama vendo meu vídeo ou eu por ter ficado ali parada sem falar nada vendo-a naquela situação. E a própria cena do vídeo me deixava embaraçada, porque eu ficava falando as maiores sacanagens pro Gustavo que eu sei que ele adora: "Fode meu rabinho, enfia gostoso, sua pica é uma delícia, goza no meu cú" e por aí vai. Mas na hora a vergonha maior foi dela, que não conseguia me olhar na cara, e se cobrindo com a camiseta pedia mil desculpas, que não sabia que eu ia voltar mais cedo, que não deveria ter mexido nas minhas coisas, etc. Sensibilizada pela situação me aproximei dela e sentei do seu lado, disse que não tinha problema, que eu não tinha ficado chateada. Comecei a acariciar seu cabelo, e ela finalmente me olhou com os lindos olhos azuis cheios de lágrimas. Falei pra ela que seria um segredo nosso, desde que ela não contasse nunca pra ninguém o que viu no vídeo. Ela jurou que nunca faria isso, e me abraçou bem forte. Quando senti o contato daqueles seios generosos, brancos como leite, no meu braço, fiquei toda arrepiada. Dei um beijo em seu rosto e pedi para ela me ajudar a pegar minha mala. Pedi para ela passar a noite comigo, pois não gostaria de dormir sozinha. Ela disse que poderia ficar comigo até o Gustavo voltar. Enquanto tomava banho ela ficou no banheiro conversando comigo. Me olhava de um jeito estranho, como se estivesse medindo cada uma das minhas curvas. Imediatamente lembrei da cena de alguns minutos antes, e meus seios responderam ficando durinhos na hora. Quando fomos deitar a convidei pra dormir comigo no quarto. Eu estava louca de tesão. Ela estava com uma camisolinha de algodão bem curta deixando à mostra as coxas grossas e o volume dos seios, com os bicos salientes por debaixo do tecido. Por debaixo usava apenas uma calcinha branca. Eu, como sempre, estava com um pijaminha larguinho sem calcinha. A bucetinha completamente molhada. Na cama puxei conversa sobre garotos, e ela me confessou que ainda era virgem. Perguntei se ela tinha gostado de nos ver transando no vídeo. Ela me confessou que tinha visto outras fitas também, e que se o sexo fosse tão bom quanto parecia pra nós ela não poderia esperar muito pra ter sua primeira vez. Comentei do orgasmo fantástico que vi ela se proporcionando, e ela, envergonhada, disse que adorava se tocar. Eu disse que aquilo era normal, e que mesmo eu que era casada sempre que podia batia uma siririca gostosa. Acho muito saudável e ajuda a gente a conhecer melhor o próprio corpo para a hora de fazer amor com um parceiro. A provoquei perguntando o que a tinha excitado mais das cenas que viu, e ela disse que tinha sido quando me viu chupando o cacete do Gustavo. "Me desculpa Ana, mas o pinto dele parece que é muito gostoso". "Parece não, é uma delícia!", eu disse rindo. Resolvi colocar uma fita pra gente ver. Selecionei uma bem picante, na qual gravamos todo tipo de foda em todos os cômodos da casa. Na primeira parte aparecia ele me chupando em close, enfiando a língua, mordiscando e lambendo meu grelinho. Aquilo deixou a Carina transtornada, embasbacada, transpirando de tesão. Sem perceber ela começou a se acariciar. Eu também comecei, primeiro de leve, depois com mais entusiasmo. Um cheiro de sexo invadiu o ar. De repente não resisti e levei a mão à perna dela. Ela pegou minha mão e pôs em cima da vulva quente, e com a sua mão começou a me tocar. Ficamos assim trocando carícias por um tempo, e fomos nos livrando das peças de roupa. Quando ela já estava completamente nua, se ajoelhou na cama para tirar meu short, a última peça que cobria meu corpo. Peladinha, a puxei contra meu corpo para um beijo super sensual. Sua boca estava quente, seu hálito parecia de rosas. Nossas línguas se encontraram e travaram uma batalha em nossas bocas. O contato da sua pele fina com minhas coxas, meus seios, minha barriga, quase me levaram ao êxtase. Nossas mãos exploravam as intimidades do corpo da outra. Sabíamos onde tocar, como levar o prazer para a outra. Trouxe meu dedo da sua rachinha, completamente lambuzado com seu mel, e provei. Ela fez o mesmo, se deliciando com meu sabor. Em seguida foi beijando meu pescoço, me provocando arrepios, e descendo pelos seios, onde se deteve para chupar os bicos alternadamente e lamber ao redor das auréolas. Eu sentia que podia gozar a qualquer momento. Quando ela desceu pela minha barriga, passou direto em direção às coxas e foi até meus pés. Achei que não poderia agüentar. Mas resisti. Na volta, porém, ela fez o que eu tanto desejava. Sentindo a sua língua tesa me penetrando de leve até seus lábios se encostarem em minha carne rosada, explodi! O gozo veio em ondas, e meus líquidos escorriam e ela tentava sorver enquanto eu esfregava na sua cara querendo prolongar aquele prazer. Ela chupou com maestria até eu conseguir me relaxar. Resolvi retribuir, e a deitei de bruços. Com as mãos afastei suas pernas, me dando visibilidade total daquela bucetinha inchada, de pelinhos loiros. Parecia uma flor desabrochando, e exalava um perfume estonteante. Eu acariciava seu clitóris e enfiava a pontinha do dedo na sua grutinha. Passeava pelos lábios levando-a à loucura. Ela rebolava sobre minha mão e gemia gostoso. A deixei de quatro na beira da cama e, ajoelhada no chão, caí de boca. Lambia toda a sua rachinha e a pele sensível entre o cuzinho e a xoxotinha. 

Ela jogava o corpo para trás, rebolando na minha boca. Acariciava os próprios seios. Quando passei a enfiar a língua no seu anelzinho ela perdeu o rumo. Começou a gritar de tesão, implorando "me come o cuzinho!" Seu buraquinho rosado até piscava, certamente pensando em uma pica grossa penetrando-a como vira Gustavo fazendo comigo no vídeo. Melei meu dedo em sua boceta e meti no seu traseiro. Ela gemia, urrava, "que tesão, ai, eu quero dar, me come, ai delícia". Quando, mantendo os movimentos com o dedo, voltei a chupá-la, ela não suportou e gozou berrando como uma cadela. Passamos o final de semana "gozando" a companhia uma da outra. Ela me comentou que adorava me dar mas que estava querendo um cacete para transformá-la em uma mulher de verdade. Disse que não conseguia tirar da cabeça o pinto duro do meu marido, que ela viu tantas vezes me arrancando gemidos de prazer nos vídeos. Eu acabei dizendo que se ela tivesse certeza do que queria, eu não me incomodaria em emprestá-la meu marido. E ele, certamente não se recusaria a arrancar um cabacinho depois de tanto tempo. Carina disse que queria tudo, que iria dar a bundinha e chupar aquele caralho até ele gozar em sua boca. Eu fiquei surpresa, e disse que ele iria adorar, pois ele adora gozar na minha cara e normalmente eu não deixo ele fazer isso. Combinamos que eu não contaria nada para ele, para a brincadeira ficar mais excitante. No final de semana seguinte ela foi tomar um banho de piscina com a gente. Ficamos brincando na água, e nós duas começamos a atiçá-lo. Eu dava beijos de língua e falava sacanagens no seu ouvido, deixando seu pau duríssimo. Ela mergulhava e passava por entre suas pernas esfregando seu corpo no dele. Uma hora ele estava sentado na beira da piscina com os pés dentro d'água e ela, seguindo minha orientação, se aproximou e começou a balançar segurando em suas pernas. Depois, se apoiou com as axilas pouco acima dos seus joelhos, ficando com o rosto a centímetros do seu pau. Ele não sabia o que fazer, estava desnorteado! Não conseguiu segurar a ereção, e seu cacete começou a subir quase botando a cabeça para fora do calção. Sua cara mostrava seu embaraço diante da situação, e ele me olhava desesperado só para me encontrar rindo. Ela começou a beijar o saco por cima do tecido, e depois toda a extensão da ferramenta, a essa altura dura que nem pedra. Gustavo se entregou, jogando o corpo levemente para trás para apenas curtir os carinhos daquela boca inexperiente e ansiosa. Tirando a verga para fora ela começou uma gulosa, no início desajeitada, mas seguindo minhas instruções anteriores começou a demonstrar talento, pelo que via pelo rosto contorcido do meu homem. Chupava demoradamente a cabeça, depois descia lambendo pelos lados até chegar às bolas, onde ficava passando a língua enquanto punhetava a ferramenta. Olhando fixamente para cima, mirando seus olhos, disse com voz manhosa: "Por favor, goza na minha cara, quero sentir sua porra na minha boca..." daí engoliu até onde conseguiu, fazendo movimentos de vai-e-vem cada vez mais rápidos até que ele não resistiu e gozou. "Taí o que você queria, bebe tudo safadinha". E afastou a cabeça dela, esguichando um jato espesso no seu rosto. 

Ela sorria, fascinada pelo poder de fazer um homem gozar daquele jeito. Pondo a pica novamente na boca, sorveu tudo e ainda passou o dedo no rosto para pegar o resto do sêmen que escorria pela sua bochecha e seu queixo. Convidei os dois para dentro, dizendo: "Vem Gustavo, que agora você vai comer uma bucetinha apertadinha e virgem". Os olhos dos dois brilharam! Chegando no quarto ele foi tomar um banho rápido, enquanto eu fiquei esquentando ela pra ele. Trocávamos beijos e fizemos um sessenta-e-nove que a deixou em ponto de bala. Ele voltou do banho já em posição de alerta, pronto para deflorar aquele brotinho. Dei uma chupadinha rápida em seu cacete para deixá-lo molhado e depois de dar um beijo em cada um disse para ela: "Ele é super carinhoso e vai fazer com calma e bem gostoso". Para quebrar a ansiedade dela ele não foi direto ao ponto, ficou trocando uns amassos e carícias com ela na cama. Quando ela já estava bem á vontade, ele foi com a cabeça para o meio das pernas dela e começou a chupá-la com suavidade. O clima de tesão era algo indescritível. A cada toque de sua língua ela parecia uma corrente elétrica, cheia de energia para dar e louca de tesão.

 Até que ela pediu: "Vem cá me comer, eu quero agora. Me dá esse pau duro, eu quero ele me fazendo gozar". Vendo que era a hora certa ele veio por cima dela na tradicional posição do papai-e-mamãe. Ficou pincelando, apenas passando a cabecinha na porta da sua grutinha. Ela ficou desesperada, não poderia esperar mais. Com a voz trêmula dizia: "Mete, enfia de uma vez, ai que pau gostoso". Ele forçou a cabeça até encontrar resistência. Ficou fazendo movimentos curtos de vai-e-vem. Ela puxou o corpo dele e jogou o seu fazendo o mastro rijo desaparecer inteiro dentro dela. Ela estava tão excitada e relaxada que sentiu pouca dor. Ele começou a se movimentar suavemente, e ela gemia de tesão a cada vez que ele entrava. Logo ela estava se mexendo acompanhando o ritmo, era lindo ver os dois fodendo daquele jeito. Eu me masturbava e sentia que o gozo estava próximo. Ele se contorceu para chupar aqueles peitões enquanto metia só deixando o saco de fora. Com essa intensidade de estímulos ela rapidamente chegou a seu primeiro orgasmo com uma pica enfiada entre suas pernas. Berrava que nem um cordeirinho. Cravou as unhas nas costas dele, pedindo mais. O entrelaçou com as pernas forçando-o a meter bem fundo. Ele continuou bombando até ela chegar a seu segundo orgasmo, apenas alguns segundos após o outro. 

Nesse eu fui junto e gozei muito gostoso. Ele não parou porque seu orgasmo estava próximo. Para ela não correr o risco de engravidar ele tirou e começou a fazer uma espanhola entre aqueles dois melões lindos. Carina adorou aquilo e falava bem alto: "Seu sacana, goza na minha cara! Molha meus peitos com sua porra! Quero te fazer gozar!". Ele soltou seu jato quente na direção do rosto dela e depois derramou o restante sobre os seios. Com as mãos espalmadas ela espalhava tudo molhando os mamilos, que beliscava entre os dedos. Ele jogou o corpo para frente e ofereceu o pau ainda duro para ela chupar, o que fez com gosto e com uma cara de satisfação que mostrava que teve uma primeira vez como qualquer mulher gostaria de ter tido. Chupou até ele amolecer em sua boca, deixando-o limpinho. Me chamou para um beijo, e pude sentir o gosto da porra do meu marido em sua boca. No ouvido me disse baixinho "muito obrigado..." O Gustavo estava exausto, mas ela ainda queria mais. Queria perder também a virgindade atrás. Ela falou pra ele que tinha gozado muito vendo o vídeo em que ele metia a tora no meu buraquinho e que queria experimentar também. Começamos eu e ela a chupar juntas o pau dele, que respondeu rapidamente. Logo já estava em brasa novamente. Ela se posicionou com aquele rabão pra cima e eu lambi até ele deixar ele bem lubrificado. Gustavo meteu umas 3 ou 4 vezes em minha buceta para lubrificar o cacete e partiu pra comer aquela bundinha. 

O cuzinho foi mais difícil que o cabaço, mas a menina resistiu bravamente e insistiu até sentir toda a extensão no meio de suas entranhas! Com o tempo ela começou a curtir, e gemia a cada metida. Ele vinha até a pontinha e enfiava tudo novamente. Acariciava a bucetinha molhada e os seios (ainda molhados de porra!), aumentando o seu prazer. Ele puxou ela para a beira da cama e ficou de pé metendo por trás. 

Beijei ela e depois deitei na frente dela oferecendo minha buceta pra ela chupar. Ela lambia com força e chupava o grelinho me deixando doida. O ritmo foi aumentando e ela jogava a bunda para trás, fazendo aquele barulho dos dois corpos se encontrando a cada estocada. Ela foi a primeira a começar a gozar, com a cara enterrada no meio das minhas pernas. Com o corpo tremendo ela sugava meu clitóris e me fez explodir em uma onda de orgasmos múltiplos. Junto conosco o Gustavo gozou também, desta vez dentro dela. Após o clímax desmontamos os três na cama, apenas ofegando e curtindo a sensação de relaxamento. Depois desse dia Carina virou freqüentadora habitual da nossa casa. Dou muitos conselhos para ela como se prevenir e como escolher caras legais para transar ou namorar. Na cama tudo é válido, mas você não deve nunca fazer o que não sente vontade, a menos que seja uma decisão SUA para agradar o seu parceiro. De um tempo para cá ela começou a namorar um rapaz e ele está doido para comê-la, mas ela está regulando, por enquanto estão só no sexo oral. Ela sabe que não vai resistir muito tempo, e eu falei para ela pegar leve porque nem todo mundo é liberal como nós. Já combinei com ela que um dia ela vai me retribuir o favor e me emprestar o jovenzinho tarado! Adorei escrever isto, pois foi uma coiza incrível e muito gostosa.! Tive que parar duas vezes para me masturbar porque fico louca de tesão só de lembrar da minha amiguinha.

 

MEU SENHORIO, MEU PRAZER...

 

O senhor Jarbas é o dono da casa onde moramos, eu, Ana, e meu marido, Jonas. Somos casados há um ano e não temos filhos. Jonas estava desempregado há três meses e o aluguel, atrasado. Jarbas é viúvo e aposentado, mora nos fundos em uma casa menor. É um homem forte, muito simpático e respeitador, apesar de surpreendê-lo vez por outra me olhando, o que me deixava encabulada. Mas eu entendia, pois me considero uma mulher atraente, poderia dizer até mesmo gostosa, sem falsa modéstia.

Nesses três meses de desemprego Jonas saía todos os dias para procurar trabalho. Foi num desses dias que Jarbas me procurou e disse, educadamente, que sua aposentadoria estava defasada, o dinheiro do aluguel estava fazendo muita falta e que, infelizmente, teríamos que sair caso não pagássemos os atrasados. Fiquei muito preocupada e pedi que esperasse mais um pouco. À noite falei com meu marido e ele me pediu para ser gentil com Jarbas, pois assim ele esperaria mais um mês. Afinal, já havia um emprego em vista.

No outro dia fui até os fundos, na casa do Jarbas, comentei a respeito do emprego que meu marido estava por conseguir e me ofereci para limpar sua casa e cozinhar naquele mês. Ele aceitou prontamente com um longo sorriso no rosto. Resolvi então começar naquela hora e em cinco minutos já estava com todo o material de limpeza nas mãos. Jarbas me pediu que começasse a limpeza pelo seu quarto, que estava uma bagunça. Havia várias revistas esparramadas sobre a cama de casal. A maioria delas eróticas, entre elas a BIG MAN Internacional. Jarbas sugeriu que eu guardasse as revistas em seu armário, mas antes procurasse um cartão de advogado que havia deixado entre as páginas de uma delas. Fui obrigada a folhear revista por revista e mesmo sem querer vi cenas de sexo inéditas na edição especial da BIG MAN Internacional "A ARTE DE AMAR" .

Fiquei desconcertada com aquilo e procurei folhear as revistas rapidamente. Nesse momento Jarbas me avisou que iria até o mercado e voltaria em meia hora. Fiquei mais aliviada e passei a procurar o cartão do advogado com mais calma. Porém, nessa de calma acabei ficando curiosa diante de tantas cenas lindas sexo, cada posição que eu nunca imaginara. Os homens eram todos superdotados com cacetes enormes, como eu jamais havia visto. Eu não conseguia acreditar quando via nas fotos as garotas suportando aquelas toras nas bocetas. Comecei a ficar excitada com aquilo e, por estar sozinha no quarto, fiz questão de ver página por página. Levei a mão até meus seios e comecei a massageá-los por baixo da blusa que vestia.

Aquele quarto, aquela cama, aqueles pôsteres com homens e mulheres se entregando ao prazer do sexo, tudo me deixava louca de tesão. O tesão era tanto que já não conseguia coordenar as idéias. Tirei minha bermuda ficando só de calcinha para bater uma siririca. Eu sabia que a qualquer momento Jarbas poderia chegar, mas este medo me causava mais tesão ainda. Afinal, já fazia duas semanas que não via o pau de meu marido ficar duro. De resto, o tamanho de seu pau era normal e não como aqueles que eu via naquela revista. Alucinada de tesão e de vontade de dar para um daqueles cacetões, eu pressionava meu clitóris por baixo da calcinha. Foi quando a porta abriu e o Jarbas entrou no quarto totalmente nu segurando seu cacete tão grande e belo que reluzia; na hora, fiquei sem saber o que fazer senão olhar admirada para aquele pau enorme.

Jarbas ficou em pé em minha frente, olhava para o meu corpo semi nu e dizia que eu estava precisando é de um homem de verdade! Tentei me desculpar e sair do quarto, mas a porta estava trancada. Enquanto tentava forçar a maçaneta, Jarbas com dedos leves descia minha calcinha sem que eu reagisse; ainda segurava a maçaneta quando me vi totalmente nua a mercê daquele homem praticamente desconhecido. Jarbas estava atrás de mim e lentamente enfiou sua rola grossa entre minhas coxas até encostar a cabeça quente na boceta, arrancando-me um gemido de prazer impossível de evitar.

Enlaçou-me com seus braços fortes e me levou até a cama. Em alguns segundos, eu estava de quatro, como uma cadela, e sentia a língua de Jarbas me invadindo a boceta. Ele me deixou louca de tanto tesão. Eu sentia suas mãos alisando todo o meu corpo. De minha parte, o que eu conseguia fazer era apenas aceitar e sentir o prazer de toda aquela loucura.

Quando Jarbas me penetrou era como se alguém enfiasse um bastão de beisebol em minhas entranhas, lenta e gradativamente. Era um cacete quente e duro como ferro em brasa. Eu gemia e comecei a choramingar e a implorar para que ele não me machucasse com aquele cacetão. Ele começou um movimento de vai vem e me fez gozar despudoramente. Enquanto me preenchia a boceta, Jarbas dizia que eu era uma putinha deliciosa e me jogava na cara que eu estava adorando ser fodida por ele. Mais alguns movimentos e ele gozou me enchendo de porra quente. Tirou seu pau de minha caverna e ordenou ainda que eu sentasse em sua boca.

Como uma aluna que faz tudo que o professor manda, eu subi na cama e me posicionei em cima de seu rosto, agachei para baixar minha boceta melada a sua boca, que me devorou novamente até mais um gozo maravilhoso. Depois de me proporcionar tanto prazer, Jarbas me mandou para casa e disse que eu poderia voltar quando desejasse.

 

CURTO E GROSSO

Foi por intermédio de uma amiga que conheci Adriana, uma gaucha de 30 anos, 1,70m, bunda gostosa, coxas grossas, cabelos curtos e uma vagina bem apertadinha e cheirosa. O nosso primeiro encontro foi num barzinho. Percebi que alguns copos de cerveja foram suficientes para deixá-la alterada. Mas, como era nosso primeiro encontro fiquei na minha, sem partir de imediato para o ataque. Adriana foi ficando cada vez mais alegre e soltinha, não se importava mais em soltar descontraidamente uma série de bobagens. Ela contou que cerveja era sua bebida preferida e que, em geral, ficava bêbada por exagerar nos copos. Mas disse que não se importava com isso, pois era uma das maneiras que mais gostava de curtir a vida. E emendou, num momento de distração, que, quando bebia além da conta, tinha uma vontade tremenda de dar a boceta, o cu e chupar uma bela pica. Para mim, suas palavras foram uma cantada, um convite. Pensei comigo mesmo que se eu quisesse foder aquela mulher não seria preciso muita frescura. Confessei a ela que estava muito excitado também e que queria sair dali o mais rápido possível. Adriana apenas deu um sorriso e disse que estava demorando muito para fazer o convite. Pedi a conta do bar e fomos direto para o motel mais próximo. Entramos no quarto e nos atiramos na cama, arrancando rapidamente nossas roupas. Sua boceta inchada me encheu de tesão, não via a hora de provar tudo aquilo que ela disse estar louca para fazer. Adriana veio por cima de mim e me atacou com uma chupeta.

Não foi nada fenomenal, mas serviu para deixar o danado bem molhado. Coloquei-a de quatro e meti a rola de uma vez, dando seguidas e fortes estocadas. Adriana gozou feito doida e abriu as nádegas para exibir sua rosquinha.

Vendo aquele orifício marrom, coberto por ralos pentelhos, não resisti à tentação de meter minha rola nela. Saquei o pinto, totalmente umedecido pelo suco vaginal, e avancei naquele rabinho. Adriana dava urros de prazer, mordia o lençol, a fronha, e implorava para ser currada até os bagos. Mas, dada a dificuldade de gozar, confessou que aquela não era sua posição preferida. Ela se virou, ficou deitada e pediu que a enrabasse na posição de papai-e-mamãe. Foi uma loucura.

Adriana ergueu bem as pernas e arreganhou a bunda para que meu cacete deslizasse todinho dentro dela. Em delírio, dizendo que adorava sentir o pinto no rabo, ela me beijava na boca, mordendo minha língua, chupando meu pescoço. O gozo dela foi estremecedor. Jamais vi uma mulher gozar tanto pelo traseiro. Essa primeira noite que passei com Adriana foi apenas o começo de tudo. Fodemos de todas as maneiras, em todas as posições possíveis, até a exaustão.

Adriana nunca demonstrou qualquer temor de receber meu pau no seu traseiro e eu sempre lhe dei muito prazer. Fico alucinado toda vez que saímos para trepar. Os músculos do rabo dela, um verdadeiro alicate anal, me fazem uma irresistível massagem no cacete. Adriana está tão satisfeita comigo que prometeu apresentar-me uma amiga com um corpo mais gostoso que o dela. Será que darei conta dessas duas gostosas? Não sou de fugir de desafios, principalmente sexuais. Aliás, quero mais. Sou carinhoso, limpo, sadio e tenho um cacete gostoso, liso, viril e agressivo, de apenas 14cm, para quebrar um cabacinho anal.

 

 

CONSOLO PARA A MULHER DO PRÓXIMO 

 

"Quando morava em Curitiba, desfrutava os prazeres da vida noturna com meu amigo Marlos, um sujeito boa-pinta, bom de papo, mas muito grosseiro com as mulheres. Foi ao lado dele que conheci Tati, uma morena extremamente sensual, de boca carnuda e cintura fina. Infelizmente — ou felizmente —, Marlos não soube cultivá-la e eu pude conhecê-la melhor, estudando uma forma de abordá-la.

Num domingo ensolarado, passava pela Avenida Batel e encontrei Tati desfilando no carro conversível. Logo vi que ela estava chateada e tomei a liberdade de convidá-la para um bate-papo. Ela logo topou e, no desabafo, disse que estava chateada porque Marlos era muito ciumento e a maltratara. Estava decidida a não procurá-lo mais e falava isso com lágrimas nos olhos. Foi aí que, para consolá-la, coloquei a cabeça de Tati no meu ombro e abracei. Limpei os olhos borrados da morena e tomei o rosto dela nas mãos para beijá-la.

Nossas línguas se embolaram num ritmo alucinante como querendo se achar há tempos. Puxei a cintura de Tati junto a meu corpo e a fiz sentir meu cacete duro como uma árvore. Recuperada, ela sorriu e perguntou o que eu desejava. Disse, então, que adoraria sentir a quentura do corpo dela e fui prontamente atendido.

Fomos para meu apartamento e, logo que chegamos, Tati jogou as roupas no chão. Ficou só de calcicha fio-dental, sutiã meia-taça, cinta-liga, sapatos de salto alto e um conjunto de cor preta que combinava com cabelos e olhos de cadelinha no cio. Peguei a morena no colo e a levei para o quarto, onde nos beijamos por aproximadamente cinco minutos. Desci a língua pelos ombros e mamei aqueles seios com volúpia monstruosa, chupando-os alternadamente. Em seguida, desci por aquela barriguinha deliciosa e tirei a calcinha com a boca.

Lambi a parte interna das coxas roliças, tomando o néctar que saía das entranhas de Tati, após algumas estocadas com a língua naquela cheirosa boceta. Coloquei-a de bruços com um travesseiro na altura do quadril, para facilitar meu trabalho, e fiquei chupando aquele rabinho. E que rabinho! Enfiei a língua o mais que pude no ânus de Tati, arrancando gemidos de prazer e fazendo com que implorasse para ser penetrada.

Quando ela estava quase chorando de tesão, virei-a de frente e me dediquei única e exclusivamente à boceta, que exalava um cheiro tesudo e delicioso. Passei a língua no clitóris, fazendo-a atingir o clímax inúmeras vezes, com Tati puxando os meus cabelos e forçando o rosto na boceta dela.

Saciada, disse que agora era a vez de ela fazer travessuras comigo. Com maestria e experiência, Tati colocou a cabeça do meu Bráulio na boca, se dedicando ora à pontinha, ora aos testículos. Eu pulava de tesão, pedindo que engolisse toda a pemba. Mas Tati dizia, com aquela voz rouca, que queria me torturar. 'Guarde a porra porque não quero perder uma gotinha sequer', pedia. Tati ficou de quatro, com as entranhas viradas para o espelho e engoliu de uma única vez meu pinto inteirinho. E fez com que, em curtíssimo tempo, jorrasse em quatro esguichadas muita porra. Tudo foi devidamente sorvido como prometera.

Após um breve descanso, estava novamente de cacete em riste devido às suas bolinações. Ela sentou e cavalgou em cima de mim como uma amazona, apertando meu peito, braços e pernas com as mãos. 'Vai, puta, vagabunda e sem-vergonha, cavalga mais', gritava, pedindo para que não parasse de foder. Ela contraiu os músculos da vagina, estrangulou meu pinto e começou a ter orgasmos múltiplos e gritar palavras desconexas, fazendo com que eu gozasse e inundasse o túnel do amor de porra.

Logo após, para não desperdiçar nada de sua grutinha maravilhosa, Tati passou minha mão na sua gostosa boceta e depois a levou até a boquinha chupando meus dedos como se fossem um cacete. Desde então, passamos a nos relacionar quase que diariamente. Descobri que uma de suas maiores fantasias era foder dentro de carros. Passei a fazer isso sempre que íamos a boates e restaurantes. Tati adorava praticar tudo nos carros e só sossegava depois de engolir todo meu leite pegajoso.

Mesmo depois que retornei para São Paulo, nos encontramos em Curitiba outras vezes. É claro que sempre para transar em estacionamentos, fosse de dia ou à noite. Mas, infelizmente, perdi o contato com ela. A esperança é de que, ao ler esta carta, ela se lembre de mim. Enquanto isso, dedico honrosas punhetas a minha deusa."

DE QUATRO POR TRÊS  

 

"Depois de muito pensar, resolvi contar o que nunca imaginei que fosse acontecer comigo. Sou casada, tenho 30 anos, um corpinho bem feito e voltei a estudar recentemente, incentivada pelo marido. A aventura começou quando aceitei o convite de minhas colegas normalistas para ir a uma festa num colégio só de homens, em outra cidade. Pensei que meu marido não fosse deixar ir, mas ele concordou quando disse que outras casadas iriam também. Assim, vesti um baby look que ele mesmo me dera e lá fui, na maior algazarra, num ônibus com 40 normalistas. À medida em que as latinhas de cerveja eram consumidas, a viagem ia ficando mais animada. Estava meio alegre e não parava de brincar. Quando chegamos ao tal colégio, o baile já começara, mas um grupo grande de alunos nos cercou, nos comendo com os olhos. Fomos levadas ao salão e distribuídas aos pares pelas mesas, onde logo se sentavam outros rapazes. Quando um deles me ofereceu uma dose de vodka, aceitei rindo e bebi rápido demais. Chamava-se Veiga e logo me levou para dançar, me puxando todo para si. Senti o membro dele durinho e enorme latejando entre minhas coxas. Devia estar sem cueca e aquilo me desnorteou. Percebendo minha excitação, alisou minhas costas e, aos poucos, foi tocando minha bundinha. Fiquei atônita mas não reagi, diante daquele cara forte e abusado. Ele me beijou na boca de leve e, depois, no pescoço. Pedi que parasse, mas mandou outro beijo na boca, aproveitando o momento em que eu falava e já colocando sua mão em minha bundinha. Aquilo me fez ficar mais excitada ainda. Ele me disse que iria mostrar o colégio e eu o acompanhei, é claro, sem reclamar. Em instantes, estávamos fora do salão e chegamos a uma quadra de esportes sem iluminação. Ele entrou comigo no vestiário ao lado e fechou a porta. Começou a me beijar e foi logo levantando meu vestido. As mãos dele foram direto para minha xoxota e, quando ele abriu meu zíper, já estava toda molhadinha. Não o impedi de tirar meu sutiã e ele foi maravilhosamente chupando meus seios, ao mesmo tempo em que continuava acariciando minha xoxota. A cada mordida no meu seio, ia ficando mais doida. Abri a calça dele e segurei seu enorme e durinho membro. De fato, ele não usava cueca. Veiga me deitou no chão de cimento e beijou minha vagina, enquanto seu pênis roçava nos meus lábios. Não resisti e comecei a chupar. Ele ia e voltava e eu gozava com a língua toda em minha vagina, enquanto os dedos rasgavam meu ânus. Aquilo me enlouquecia de prazer e dor. O pau de Veiga começou, então, a latejar em minha boca e, num movimento forte, entrou todo até minha garganta. Senti os pêlos roçarem meus lábios até Veiga começar a gozar, enchendo minha boca de esperma. Quase sufoquei, mas ainda não sabia o que estava para acontecer... Veiga me fez levantar e ficar de quatro, para, com o sexo ainda meio duro, começar a forçar meu cuzinho. Eu rebolava e pedia mais! Ele foi enterrando os dedos em minha vagina e foi forçando a passagem por trás, até entrar no ânus. A dor era grande e não estava acostumada, mas, à medida que ia me rasgando, eu ia gozando. Logo, ele entrou todinho, passando a ir e voltar, alargando a passagem já lubrificada. Excitada, pedia para meter mais, não notando que a porta se abrira com a passagem de mais dois rapazes. Só percebi quando um deles se aproximou pela frente, rindo e roçando o pau nos meus lábios. Fechei a boca rápio mas Veiga, sem parar de me comer, ordenou: 'Chupa, chupa, vagabunda.' Enquanto isso, o cara segurava meu rosto e empurrava a vara entre meus lábios. Comecei a gozar e deixei que aquela cabeça vermelha e enorme me invadisse. Fechei os olhos e não resisti: chupei tudo como se fosse um picolezão. Quando senti o gozo invadir meu ânus, continuei sugando o outro com volúpia. Ele era enorme e latejava a cada chupada. Foi quando senti de novo algo duro forçando minha bunda, já dolorida e rasgada. A pica entrou rápida e logo percebi que não era a do Veiga, pois este já estava na minha frente também, rindo daquilo tudo. Nisso, o rapaz ao lado dele tirou o sexo da minha boca e deitou-se por baixo, encaixando a piroca na minha vagina meladinha. Gozei novamente, sentindo como era gostoso ser comida por dois ao mesmo tempo. Só de pensar nisso, fico excitada! Os dois iam e voltavam, com a mesma freqüência que Veiga passava a pica lambuzada de esperma pela minha boca. Eu lambia tudo até os testículos e ele me chamava de piranha. A vara foi crescendo entre meus lábios e aquilo me dava o maior prazer. Rebolando, deixei que o outro me forçasse o ânus cada vez mais, enquanto o terceiro fazia minha vulva vibrar. Meu marido nunca saberá disso mas, na hora, eu só pensava em gozar e, quando gemia de dor, queria ter e dar prazer aos três. Era uma fêmea no cio sendo comida por três machos. Gozamos os quatro alternadamente: primeiro, senti o esperma invadir a vagina; depois, a boca; e, quando o último começou a explodir no ânus arrombado, comecei a gozar de novo. Ao nos soltarmos, eles me levaram para o chuveiro do vestiário, onde ainda brincamos muito e os três me comeram pela frente. Depois, os dois colegas saíram e me deixaram com Veiga, que ajudou a me vestir, antes de irmos para o ônibus. Não resisti e o beijei na boca, na frente das minhas colegas, que riam muito, pensando no meu casamento. Pensei que a aventura terminara, mas, de repente, chegou um terceiro colega de Veiga, que foi me levando para um canto escuro. Ali, o rapaz abriu a braguilha e mostrou o pênis brilhante e entumescido. Enquanto me indicava a lança, Veiga ordenava que a chupasse mesmo com a minha recusa inicial: 'Você agora é minha piranha e eu quero que você faça esse boquete.' Não sei por que mas gostei daquela ordem e, como uma prostituta obediente que satisfaz o cafetão, acabei mamando aquela vara jovem. Hoje, estou feliz por ter descoberto este meu lado. Uma vez por mês, Veiga me visita, trazendo novos colegas para trepadas inesquecíveis nos motéis. Continuo amando meu maridão, mas não abro mão deste adorável prazer. Um dia, vou tentar fazer sexo assim com o meu marido. Só não sei como convidá-lo. Por isso, escrevo esta carta também para ele, que é leitor assíduo desta revista. Quem sabe não entenda e aceite participar desta modalidade de prazer a quatro?"

SURUBA APÓS AS COMPRAS

 

"Vida de casado tem cada uma! E, para torná-la mais leve, é que passo a contar minha experiência de corno ativo neste Fórum. Há dois meses, levei a patroa, Carlota, às compras. Ela reclamara, na véspera, que ultimamente eu andava pastoso, sem aquele furor dos primeiros anos de casado. Carlota, ao contrário, dizia-se mais fogosa com o passar dos dias. O calor na rechonchuda aumentava a cada ausência minha.

Em verdade, deixava o serviço no Centro e ficava por lá, enchendo a cara nos botecos. Chegava em casa embriagado, sem forças até para encarar o prato de sopa que Carlota deixava em cima do fogão. Ao entrar no quarto, minha mulher fazia cara feia — se isso era possível naquele rostinho de anjo —, mas mesmo assim exigia que eu cumprisse minhas obrigações. Sem sucesso, não tinha jeito de o pinto empinar.

Ao entrarmos no supermercado para as compras do mês, Carlota ainda se queixava das constantes broxadas, mas logo fechou o bico. Na seção de bebidas importadas, um guapo chamou-lhe a atenção, enquanto eu passava a examinar os rótulos de vinhos. De rabo de olho, vi quando o rapaz com cara de boliviano entregou um cartão a Carlota. A sorte é que eu ainda não bebera a primeira do dia.

Diante da prateleira de massas, senti as mãos da patroa trêmulas e geladas ao me entregar o pacote de macarrão goela de pato para colocar no carrinho. 'Que diz o cartão?', indaguei. Se fez de boba a sóbria, mas, com mais um pouco de insistência, entregou: 'É um convite para uma noite de suingue.' Bom, muito bom, pensei com minha ressaca. 'Vamos juntos', emendei.

Carlota desistiu das compras no ato. 'Tenho que me produzir, então', disse apressada, sem a menor cerimônia. Nunca pensei em dividir aquela boceta com outro marmanjo, mas seria melhor assim. Era a solução para não ganhar chifres e ficar chupando o próprio dedo.

Prontos para partir rumo à tal suruba, ainda perguntei a Carlota se não ficaria arrependida depois. Respondeu que não e me aplicou um beijão cinematográfico, patolando meu caralho a ponto de deixá-lo petrificado. Pensei em desistir da festa e comê-la ali mesmo na cozinha de casa. Mais prática, Carlota se ajoelhou e iniciou um demorado boquete, tirando o leite que tantas vezes negara àquela boca carnuda. Engoliu uma parte da porção mágica e usou a outra como creme para a pele do rostinho bonito.

Refeitos, fomos à festa querendo muito mais. O local combinado era a cobertura de um prédio, cheia de vidros e plantas. Na recepção, o tipo boliviano pegou Carlota pela mão e disse que gostaria de apresentá-la a uns amigos. Uma moça, também com traços de índia, me pegou pelo braço dizendo que faria o mesmo. Que farra! Todas as mulheres estavam à vontade, copos na mão e sacanagens na cabeça. Adriana, a moça que me recebeu, conhecia todas elas. 'Vamos para o quarto do segundo andar, gostosão', convidou. Em pouco tempo, já estava na quinta dose e nem recordava mais que chegara ali com Carlota.

Só lembrei da patroa ao passar por uma saleta de mãos dadas com Adriana. Lá estava Carlota com o tipo boliviano, um tal de Chico. Estavam os dois no maior amasso, ele estocava aquela xoxota ali mesmo, em cima de uma mesa. Pensei que aquilo poderia me deixar puto da vida, mas fiquei com mais tesão pela Adriana. Carreguei-a até o outro andar, como havia proposto, e nem esperei que tirasse a roupa. Fui quase rasgando tudo. Não parecia que tinha passado por uma fase broxante na minha vida. Aliás, isso era tudo que não estava; meu cacete ficou duro como há muito tempo eu não conseguia. Queria foder Adriana todinha, esquecendo que minha mulher estava trepando com outro ali embaixo.

Adriana começava o meu segundo boquete do dia, quando uma cena aumentou minha excitação. Duas gatas entraram no cômodo onde estávamos, completamente nuas e cheias de amor para dar. A princípio, pensei que fosse essa tal história de lesbian chic, mas que nada. Gulosas, começaram a me morder nas orelhas, pescoço, bagos, nuca e pernas. Gozei na boquinha de Adriana num só jato. Aí, foi a vez de uma das anônimas adotar meu caralho com mãos hábeis de massagista oriental. A outra veio por trás e começou a beijar minha bunda. Adriana presenciava tudo, de pernas abertas e dedos no grelinho.

Logo o mastro começou a hastear minha bandeira, com as duas moças iniciando um delicioso rodízio de bocetas no meu colo. Uma mais apertadinha que a outra, mas igualmente molhadinhas. Não querendo perder a farra, Adriana me deitou e esfregou a xavasca na minha boca. A língua entrava e saía daquela gruta com fúria e acabei gozando dentro de uma das duas sem saber em qual delas. Quase ao mesmo tempo, Adriana gritava de prazer: 'Morde meu grelo, enfia tudo, rasga minha xota!!'

Coisa de louco. O cheiro de sexo dominava o ambiente, mas ainda deu para sentir um perfume conhecido no ar. Quando levantei a cabeça, encontrei Carlota na soleira da porta, com ar extasiado e olhos fogosos. Sentindo a senha, as três partiram para outra pica, nos deixando sozinhos. Nem abrimos a boca; em poucos segundos, estávamos agachados. Eu por trás, enrabando minha patroa e escrava, que se deliciava a cada cravada. Desde aquela noite, não perdemos uma festinha promovida pelo Chico e a Adriana, afinal tão bem casados quanto nós."

 

DEPOSITEI NA POUPANÇA DELA

 

"Todos dizem que brasileiro é tarado por bumbum. Tudo bem, não discuto, pois sinto água na boca ao pensar em um belo traseiro. No entanto, para mim, nada como um belo, lindo e provocante par de seios. Fico atônito, alucinado, excitado diante de um destes exemplares.

Tudo aconteceu durante as compras de Natal, num shopping próximo a Porto Alegre. Depois de percorrer muitas lojas, sentei na praça de alimentação para descansar e reparei numa bela loura. Era alta e usava um elegante vestido transparente. O decote provocante estava recheado por duas verdadeiras luas cheias. Pena que a dama estivesse sentada ao lado de uma criança e de um homem...

Recolhi meus sonhos eróticos e voltei a me concentrar no estômago, quando passou na minha frente um carrinho elétrico e derrubou minha pasta no chão. Logo em seguida, apareceu um menino desculpando-se, acompanhado pela mãe, a Diva do decote magnífico. Ela me lançou um olhar significativo e voltou para a mesa, onde o homem já não estava mais.

Após o lanche, fui comprar um blazer numa loja masculina. Ao provar a roupa, tirei a camisa em busca de uma reação da vendedora que me atendia. Ela também era uma potranca de respeito, mas, ao sair do provador, me deparei com Diva, que procurava algo entre as prateleiras. Tomei coragem e fui puxar conversa. Ela foi simpática e educada, sem deixar margem para um avanço. Sem esperanças, escolhi o que queria, paguei e voltei para casa.

Dois dias depois, recebi um telefonema em que uma voz afrodisíaca chamava por meu nome. Logo percebi que era Diva. Ela me disse que ligava respondendo a um impulso diferente, pois não tirava meu peito cabeludo da cabeça, principalmente quando transava com o marido. É claro que fiquei de pau duro na hora, com o ego inflado e a excitação em maravilhosa explosão. Tentando manter algum equilíbrio, disse que também simpatizara com ela. Deixamos a lenga-lenga de lado e marcamos o encontro num parque de Porto Alegre, na hora do almoço.

Diva chegou num carrão, despertando a atenção de homens e mulheres. Ao abrir a porta, reparei logo nas belas coxas, que teimavam em não se acomodar na saia justa, enquanto os seios lutavam para participar da conversa. Ela chegou mais perto do meu rosto, lambendo o canto da minha boca. Puxei a fêmea para o calor do meu corpo e o pau estremeceu ao sentir os seios dela tocando o meu peito. A língua macia de Diva fazia movimentos circulares em minha boca. Percebi que a mulher era bem mais selvagem do que parecia. Tirara a sorte grande!

Freando a emoção, Diva pediu que a seguisse em meu carro e, duas quadras depois, estávamos num moderno apartamento de uma amiga dela. Após um drinque, foi ao banheiro e, ao voltar, vestia apenas uma toalha na cintura, mostrando aqueles seios perfeitos. Grandes, mamilos levemente rosados, bicos completamente petrificados... Aquilo era mais que um almoço, era um banquete! Tratei aqueles seios com todo o tesão, apetite e devoção possíveis. Ela gemia e rebolava, enquanto tocava os lábios vaginais com as pontinhas dos dedos. Era toda sensibilidade e tesão.

Mergulhei minha boca entre as pernas escancaradas de Diva, lambendo tudo que via pela frente. Com a xerequinha ensopada, a mulher gozava em meus lábios com fúria, esfregando meu rosto na própria boceta. Os gemidos viravam gritos e eu, diante da torcida, fazia gols em profusão como um artilheiro. Aquela fêmea queria cavalgar e eu me prontifiquei a ceder meu alazão. Disposta, colocou uma almofada sob a minha bunda e deixou meu membro ainda mais ereto com uma bela chupada. Acomodou-se no meu caralho com leveza, mas logo tornou vigorosos os movimentos. ‘Mexe gostoso, querido’, pediu, enquanto eu sentia minhas bolas sendo massageadas por aquela bunda inesquecível. O orgasmo veio doce e meigo, descansando o corpo sobre o meu.

Em seguida, perguntou onde eu iria derramar meu leite, já adivinhando que estava de olho no cuzinho dela. Sorriu, fincou os cotovelos na poltrona, abriu as pernas e empinou o bumbum. Beijei a nuca de Diva, lambi as costas sem pressa e enterrei minha língua naquele cuzinho, dando voltas e mais voltas com a boca aprisionada no bumbum divino. A vadia já pedia mais um gol e a galera parecia ir à loucura. Passei a dar estocadas mais fortes, o barulho das coxas tocando as dela era gostoso e excitante.

Meu pau desaparecia e reaparecia, enquanto ela fazia mágicas com aquela bundinha gostosa. Em pouco tempo, ouvi o grito de gol — era o orgasmo que retornava com plena intensidade e eu me limitei a acompanhá-la. Foi um gozo forte, maravilhoso e abundante. Retirei meu caralho de dentro de Diva e o deixei preso entre as coxas dela, sentindo o leite que já saía do cuzinho espalhando-se pelo bumbum.

O relógio fez com que fôssemos ao banho, quando novamente pude fazer uma aplicação naquela maravilhosa poupança. E este não foi o segundo, nem o último investimento que fiz em nome do prazer."

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