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Amigo leitor! - Pesque Bem - É uma coluna que abrimos a pedido de muitos leitores fiéis de nosso jornal, e que visa mais a prática amadora, ou seja, mais aos marinheiros de 1ª viagem que gostam da prática deste esporte, que proporciona muita satisfação, reflexão, inspiração e muita paz de espírito, mas na medida do possível estaremos também colocando matérias aos profissionais desta arte, que sem sombra de dúvidas, segundo pesquisas, a cada dez pessoas, cinco adoram este esporte, e mais três ou quatro falta-lhes um empurrãozinho, ou seja 90% das pessoas, admiram e gostam deste esporte, só falta mesmo os maridões e os profissionais ficarem cientes que mulheres, adolescentes e até mesmo as crianças, gostariam de aprender a arte deste esporte tão maravilhoso, que a pescaria. Um abraço e PESQUE BEM ! |
Robalo |
Nome popular: Robalo Peva Nome científico: Centropomus paralelus
Habitat: Vive nas águas salgadas e salobras da costa leste brasileira, desde o rio Mampituba (divisa do estado de Santa Catarina e Rio Grande do Sul) até o estado do Maranhão. Freqüenta ilhas, rios e canais, onde procura suas presas próximo à estruturas de paus, pedras, etc .
Técnicas de pesca: Para se pescar Robalos embarcado, o ideal é se utilizar equipamento de ação média, composto por uma vara com resistência de 8 a 20 Lbs, linha com resistência de aproximadamente 14 Lbs e carretilha ou molinete que tenha capacidade para 100 metros desta linha. Deve-se utilizar um pedaço(+- 2,0m) de linha mais resistente próximo à isca, com o diâmetro por volta de 0,50mm ,pois caso a estrutura em que os robalos se encontram seja muito cortante, não haverá problema de esta linha mais grossa estourar. Para se pescar Robalos da praia, deve-se utilizar varas com comprimento variando entre 2,10m e 4,20m, molinete ou carretilha com capacidade de armazenamento de 150m de linha de 0,25mm a 0,30mm de diâmetro, com um chicote de 0,40mm para dois anzóis tipo suzuki tamanho 16 a 18, chumbadas tipo pirâmide cujo peso deve variar com a distância do arremesso e correntesa da maré.
Para a pesca de praia, os melhores locais são os alagamares e canais de praia, sendo as melhores iscas os camarões, sardinhas, manjubas e corruptos, preferencialmente vivos.
Para se pescar embarcado, pode-se utilizar duas formas:
a) Com iscas naturais: Pode-se utilizar bóia ou não, sendo necessário se testar as duas possibilidades até que se obtenha sucesso, pois as variáveis climáticas fazem com que o comportamento do Robalo seja imprevisível.
As iscas naturais mais utilizadas para a pesca do Robalo são o Camarão, Sardinha, manjuba e amborê, sendo que preferencialmente, estas iscas devem estar vivas, pois o movimento é o principal atrativo ao Robalo. Procede-se arremessando-se junto às galhadas e pedras existentes em rios, canais e baías que deságuam no mar, pois os Robalos sempre procuram estruturas como paus e pedras para procurar alimento. Quanto mais preciso o arremesso, maior a chance de captura.
b) Com iscas artificiais: Considerada uma das mais emocionantes modalidades de pesca, a pesca com iscas artificiais tem particularidades que só com a prática podem ser descobertas, porém algumas podem ser logo observadas, são elas:
- Movimentação da isca: A isca artificial deve estar sempre em movimento, assemelhando-se à um pequeno peixe nadando.
- Movimentação do pescador: Na pesca com iscas artificiais, o pescador deve procurar o peixe até que possa capturar vários em um mesmo local, por isso é imprescindível que se use um motor elétrico.
- Precisão de arremesso: Mais importante do que em qualquer outra modalidade de pesca, a precisão de arremesso é crucial para o sucesso da pescaria de Robalos.
Marés: As melhores marés para se pescar Robalos ocorrem nas luas crescente e minguante, sendo esta ,talvez, a variante que mais influi no comportamento dos peixes de água salgada. Na pesca embarcada, cada pesqueiro é mais produtivo em uma determinada maré , por isso o amigo pescador deve estudar cada local de pesca para que com o tempo possa avaliar as melhores horas para se pescar. Na pesca de praia, a melhor maré é a de enchente.
Dica: Marque as marés de cada pesqueiro, pois provavelmente os Robalos lá estarão quando a maré se repetir.
Melhores épocas: O Robalo pode ser pescado durante o ano todo, sendo que sua maior atividade ocorre em épocas de estiagem.
Tamanho mínimo para captura: 35cm.
Ame a Natureza, pratique o pesque e solte.
Badejo |
Nome popular: Badejo Nome científico: Mycteroperca spp
Habitat: Encontram-se em parcéis e lajes de pedra, recifes de corais ou qualquer outra
estrutura que contenha tocas utilizadas como abrigo. São encontrados em toda a costa
leste brasileira. Podem atingir até 90 Kg no caso do Badejo quadrado, porém o mais
encontrado é o Badejo mira que atinge até 4,0 Kg de peso e 60cm de comprimento.
Técnicas de pesca: Deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada, composto por uma
vara para linhas de 10 a 30Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para 100m de linha
de 0,50mm de diâmetro , arranque de três metros de linha de 0,60mm de diâmetro e
anzóis de tamanho 6/0.
Como iscas, pode-se utilizar tanto iscas naturais (sardinhas, camarões e pequenos peixes)
como iscas artificiais (plugs de profundidade e jigs).
Dica: Ao ser fisgado, o badejo tenta desesperadamente entocar, por isso deve-se manter a
embreagem da carretilha ou molinete bem apertada, permitindo assim segurar o peixe na sua
primeira arrancada.
Melhor época: Pode ser pescado durante todo o ano, sendo que nas épocas de calor a sua
incidência é maior.
Tamanho mínimo: 30cm
LAMBARI |
Nome popular: Lambari Nome científico: Astyanax spp, Mimagoniates spp.
Habitat: Em todo o Brasil, segundo estudos, existem mais de trezentas espécies de
Lambaris, havendo portanto uma grande variação de cor e formato, porém o tamanho
máximo encontrado , dificilmente passa de 20cm. Freqüenta rios , lagoas, represas, etc,
sendo que se alimenta tanto de vegetais como de animais (insetos, minhocas, etc.). Pode
ser considerado como um dos peixes mais pescados em todo o Brasil, pois além de muito
saboroso, é também uma excelente isca para se pescar muitos peixes.
Técnicas de pesca: O Lambari pode ser pescado tanto com iscas artificiais, como com iscas
naturais.
a) Iscas Artificiais: deve-se utilizar equipamento de ação ultraleve, composto por uma
vara para linhas de 4 a 10Lbs, utilizando-se iscas muito pequenas, que exigem o auxílio
de uma bóia de arremesso. A bóia deve ser arremessada de modo que ao ser recolhida
continuamente faça com que a isca passe perto de onde os Lambaris estão concentrados.
Pode-se utilizar até três iscas em um mesmo equipamento, fazendo com que o rendimento da
pescaria aumente consideravelmente. Algumas iscas se assemelham à moscas, podendo também
ser arremessadas com equipamento de fly número 3 à 6.
b) Iscas Naturais: deve-se utilizar uma vara de bambu ou telescópica com 2,10 a 5,0m de
comprimento, linha de 0,16mm a 0,20mm de diâmetro uma pequena bóia do tipo pena, sendo
facultativo o uso de chumbada. Procede-se arremessando a isca, observando o movimento da
bóia provocado pelo peixe. As melhores iscas naturais são: minhocas, massas , pedaços
de queijo, bicho do pão (Tenébrio Molitor) e bicho da laranja.
Dica: Com iscas naturais, deve-se ficar muito atento para a fisgada, pois a rapidez do
Lambari faz com muitas iscas sejam roubadas.
Melhor época: Pode ser pescado durante todo o ano, sendo que no verão a sua incidência
é maior.
Tamanho mínimo: Liberado.
Ame a Natureza, pratique o pesque e solte, E... PESQUE BEM
BLACK BASS |
Nome popular: Black Bass Nome científico: Micropiterus Dolomieu
Habitat: Originário da América do Norte, mais especificamente do Canadá, o largemouth
(boca grande) bass como lá é conhecido, foi introduzido no Brasil na década de 30 e
habita várias represas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
Técnicas de pesca: Com o auxílio de um barco com motor de popa e motor elétrico,
deve-se procurar locais com estrutura tipo: paus, pedras, desbarrancados, etc. Procede-se
arremessando-se a isca o mais próximo possível dessas estruturas, trabalhando-as
lentamente. No caso de se utilizar minhocas artificiais, deve-se ter muita sensibilidade
para sentir o Black Bass abocanhar a isca, pois a principal característica deste peixe é
a sutileza com que ataca as suas presas. Por isso, em caso de dúvida, deve-se fisgar com
força para que o anzol rompa a minhoca e fisgue o peixe.
Dica: Faça sempre muito silêncio quando estiver pescando Black Bass, pois este peixe é
muito arisco, fugindo ao menor sinal de perigo.
Melhores épocas: O Black Bass pode ser capturado do mês de agosto até maio, sendo os
melhores meses os de setembro e outubro quando ele se prepara para a reprodução e ataca
praticamente tudo que passa a sua frente.
Tamanho mínimo: 30cm.
Ame a Natureza, pratique o pesque e solte.
ANCHOVA |
Nome popular: Anchova ou Enchova Nome científico: Pomatomus saltador
Habitat: Está presente nos mares tropicais de todo o mundo. No Brasil, pode ser
encontrada em toda a costa leste, ao redor das ilhas mais afastadas da costa.
Técnicas de pesca: Deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada, composto por uma
vara para linhas de 10 a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade de 100m de linha de
0,40mm de diâmetro e iscas artificiais de meia água tamanho grande (aproximadamente
25cm). Procede-se arremessando-se em direção às pedras, deixando a isca cair na espuma
formada pela arrebentação das ondas , recolhendo-se rapidamente como se fosse um pequeno
peixe em fuga.
Dica: A anchova é um peixe que briga limpo, porém costuma dar grandes arrancadas que
podem estourar a linha. Por isso regule a embreagem da carretilha para cansar o peixe.
Melhor época: É mais fácil de ser localizada nos meses de inverno.
Tamanho mínimo: 40cm
Ame a Natureza, pratique o pesque e solte. Próxima Edição falaremos sobre Atum e
Tucunaré, e ... Pesque Bem ..
| ATUM |
Nome popular: Atum Nome científico: Tunnus spp - Scombridae.
Habitat: Podem ser encontrados em todo o litoral brasileiro. Freqüentam o mar aberto em grandes cardumes, normalmente acompanhados por golfinhos e baleias. Se alimentam de pequenos peixes e lulas.
Técnicas de pesca: Deve-se utilizar varas de ação média/pesada para linhas de 10 a 25Lbs, carretilhas ou molinetes com capacidade para armazenar 100m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis com tamanho variando entre 3/0 e 8/0. As melhores iscas são as naturais de lulas e pequenos peixes, e as artificiais de plugs de meia água e lulas.
Dica: Devido ao seu formato hidrodinâmico, este peixe tem grande força quando fisgado, brigando freneticamente até cansar, por isso mantenha o seu equipamento sempre bem regulado.
Melhor época: Durante todo o ano.
Tamanho mínimo: Liberado.
TUCUNARÉ |
Nome popular: Tucunaré Nome científico: Cichla spp
Habitat: Originário da Amazônia, podem ser encontrados em lagoas marginais aos rios nas épocas de seca e nos igapós nas épocas de cheia. Atualmente, também são encontrados em represas hidrelétricas desde o oeste do Paraná (Itaipú) até o estado de Goiás (Emborcação) e no norte do Pantanal Mato-grossense (Rio Piquiri).
Técnicas de pesca: Deve-se utilizar equipamento de ação média a média/pesada, com vara para linhas de 10 a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para armazenar 100m de linha de 0,40mm de diâmetro, um arranque de linha de 0,60mm de diâmetro e 1,50m de comprimento , sendo que preferencialmente deve-se usar iscas artificiais.
Procede-se arremessando-se a isca próximo a estruturas como: paus, pedras e capim, pois ali estarão os Tucunarés espreitando suas presas.
As melhores iscas serão as de meia água e de superfície do tipo hélice e zigue-zague.
Dica: Caso o Tucunaré bata na isca de superfície mas não seja fisgado, arremesse em seguida uma isca de meia água, fazendo com que ela passe no local onde ocorreu a primeira ação, pois desta forma o Tucunaré dificilmente recusará a
isca.
Melhor época: Os melhores meses são os de setembro e outubro, pois nesta época, tanto as águas de represas como de rios, estarão com seus níveis estabilizados, proporcionando ao Tucunaré, o início da sua reprodução.
Tamanho mínimo: 35cm
Ame a Natureza, pratique o pesque e solte, e Pesque Bem...
Na próxima edição falaremos sobre a Betara e a Truta, não percam e até lá.
| BETARA |
Nome popular: Betara Nome científico: Menticirrhus americanus
Habitat: São encontradas em canais de praias rasas de fundo arenoso, onde procuram pequenos animais que se expõe pela ação das ondas. Existem em toda a faixa litorânea brasileira.
Técnicas de pesca: São pescadas na modalidade de pesca de praia. Deve-se utilizar varas com comprimento variando entre 2,10m e 4,20m, molinete ou carretilha com capacidade de armazenamento de 150m de linha de 0,25mm a 0,30mm de diâmetro, com um chicote de 0,40mm para dois anzóis tipo maruseigo tamanho 12 a 16, chumbadas tipo pirâmide cujo peso deve variar com a distância do arremesso e correntesa da maré.
Para a pesca de praia, os melhores locais são os alagamares e canais de praia, sendo as melhores iscas os camarões e os corruptos, que podem estar vivos ou mortos.
A melhor maré é a de enchente.
Dica: Como a Betara é um peixe que tem a boca voltada para baixo, deve-se fazer com que os anzóis fiquem o mais próximo possível do fundo, utilizando-se chicotes longos.
Melhor época: Durante todo o ano.
Tamanho mínimo: Liberado.
TRUTA |
Nome popular: Truta Arco-Íris Nome científico: Oncorhynchus mykiss
Habitat: Originária dos Estados Unidos, a Truta Arco-íris foi introduzida no Brasil no final da década de 40 e está presente atualmente em rios dos estados de Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Técnicas de pesca: A Truta Arco-íris é pescada na modalidade de pesca com iscas artificiais de duas formas:
a) Spinning: Com um equipamento de ação leve, composto por uma vara para linhas de 4 a 10Lbs, um pequeno molinete ou carretilha com capacidade de armazenar 100m de linha 0,20mm de diâmetro e pequenos spinners como isca, o pescador deve proceder arremessando a isca em pequenos poços espalhados pelo rio, recolhendo-a de forma contínua, apenas aguardando o ataque do peixe.
b) Fly: A pesca com equipamento de fly (mosca), requer um pouco mais de técnica do pescador, pois tem várias particularidades essenciais para o seu sucesso. O equipamento a ser utilizado deve ser número 3, 4 ou 5, sendo que normalmente deve se utilizar linhas floating (flutuantes) e intermediárias. As iscas imitam moscas, principal alimento das Trutas Arco-íris, sendo que as melhores moscas são: Woolly Worms, Woolly Buggers, Ninfas, Montanas, Gramites e Dries.
Dicas: Amasse sempre a farpa dos anzóis das moscas, pois facilita a remoção e aumenta a esportividade sem prejudicar a pescaria.
Melhores épocas: Pode-se pescar Trutas Arco-íris durante todo o ano, porém , no inverno, quando ocorrem as maiores estiagens, a sua incidência é maior.
Tamanho mínimo para abate: Como a Truta Arco-íris é considerada como peixe alienígena, não há um tamanho mínimo para o seu abate, porém quem ama a natureza não a depreda e mata só o necessário para uma refeição.
Ame a natureza, pratique o pesque e solte. Próxima edição falaremos sobre a Traíra e o Cação e... Pesque Bem...
TRAÍRA |
Nome popular: Traíra Nome científico: Hoplias malabaricus
Habitat: Vivem em águas paradas nas represas, lagoas e brejos em todo o Brasil. Têm alta resistência a locais com pouco oxigênio. Podem atingir até 60cm de comprimento e 4,0 Kg de peso.
Técnicas de pesca: Na maneira mais tradicional de se pescar Traíras deve-se utilizar um varejão de bambu de aproximadamente 4,0m de comprimento, linha de 0,40mm de diâmetro, bóia, empate de aço com 10cm de comprimento e um anzol com tamanho de 1/0 a 6/0. Como iscas, deve-se utilizar: lambaris, rãs e miúdos de frango.
Outra forma de se pescar, é utilizando equipamento de ação média, composto por uma vara para linhas de 10 a 20Lbs, um molinete ou carretilha que comporte 100m de linha 0,40mm de diâmetro, um empate de 10 cm de comprimento e iscas artificiais. As melhores iscas serão: plugs de superfície, plugs de meia água e spinner baits. Procede-se arremessando-se as iscas naturais ou artificiais em locais onde haja paus, pedras e capim.
Dica: Tome sempre muito cuidado com os dentes da Traíra, pois ao morder ela dificilmente larga, tendo muitas vezes que ser morta para abrir a boca.
Melhor época: As Traíras se alimentam com maior freqüência no verão , quando a temperatura ambiente é mais elevada.
Tamanho mínimo: 30cm
Ame a Natureza, pratique o pesque e solte
CAÇÃO |
Nome popular: Cação Nome científico: Carcharrhinus spp ; Sphyrna spp - Carcarrhinidae.
Habitat: Podem ser encontrados em todo o litoral brasileiro. Freqüentam praias, costões e parcéis, onde vivem em constante movimento procurando alimento. São estritamente carnívoros.
Técnicas de pesca: Deve-se utilizar varas de ação média pesada para linhas de 10 a 25Lbs, carretilhas ou molinetes com capacidade para armazenar 100m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis com tamanho variando entre 3/0 e 8/0, de preferência encastoados. Qualquer isca de peixe, de preferência sangrando, será eficiente, devido ou paladar carnívoro deste peixe.
Dica: Para atrair os Cações, utilize ceva de pedaços de peixe com sangue.
Melhor época: No verão quando se aproximam da costa para reproduzir.
Tamanho mínimo: Liberado.
Ame a natureza, pratique o pesque e solte.